Quem Somos
Fundada em 1945 a Retentores Inhasz é hoje uma das mais antigas empresas de retentores industriais e automotivos em atividades no Brasil.
Inicialmente atuava no ramo de conserto e construção de máquinas e equipamentos industriais, como um dos seus principais problemas era a aquisição de vedações, pois estas tinham que ser importadas e, esses importações demoravam a chegar ao Brasil, nosso pessoal resolveu também fabricá-las aqui. Na época também surgiam as primeiras montadoras que a exemplo nosso também tinham dificuldade em importar.
Com a introdução por parte do governo de linhas de crédito para as industrias foi possível adquirirmos equipamentos melhores para a fabrica de retentores. De lá para cá a Retentores Inhasz, acompanha a evolução de nossos produtos, através de cursos de reciclagem de conhecimentos , hoje o principal fator de crescimento de qualquer empresa.
Um dos principais objetivos de nossa empresa já de algum tempo é, a adequação de nossos produtos as necessidades de nossos clientes.
O Início de tudo
Desde muito mais tempo atrás não sabemos bem ao certo quanto, o homem inventou a roda e de quebra o eixo, pois bem com o passar do tempo e do uso notou-se que o eixo de madeira desgastava-se muito rápido e nos primórdios alguém lubrifica este eixo com gordura animal e nota que o mesmo desliza com mais facilidade, de lá para cá a evolução leva-nos sempre a questionar conceitos, estruturas etc.... com retentor foi o mesmo, e percebe-se que o lubrificante usado perde-se com facilidade ai alguém inventa uma tira de tecido impregnada de gordura que aumenta um pouco mais a durabilidade do lubrificante.
Com o passar do tempo, novas soluções são criadas, como reservatórios de lubrificantes, novos materiais como o feltro (tecido) e o couro são igualmente experimentados.
Em 1888, ao prestar atenção a seu filho montar um triciclo, John Boyd Dunlop observou a dificuldade em montar os pneus de madeira cheio de barro aí resolveu envolver as rodas em folhas de borracha finas, colou-se junto, inflado-lhes com uma bomba do football para um efeito amortecimento assim é criado o primeiro pneumático comercialmente viável. Dunlop patenteou a idéia, dando a sua companhia nome de Dunlop. Dez anos mais tarde, a invenção de Dunlop tinha substituído quase inteiramente os pneus de madeira com ferro.
Esses mesmos veículos citados anteriormente já utilizavam retentores, vezes de feltro e já na sua grande maioria de couro, material que conseguia por algum tempo manter a lubrificação dos eixos. Com o advento das guerras mundiais, principalmente a segunda, os retentores de couro foram impregnados com borracha natural, o que conferiu um bom aumente em sua vida útil.
A guerra sempre trouxe uma certa evolução, talvez pelo intuito de querer dominar as nações, o homem vê na guerra uma oportunidade de lucro. No início da década de 30, os alemães foram os pioneiros no campo da polimerização e desenvolveram borrachas conhecidas como BUNA-S e BUNA-N, copolímetros de estireno-butadieno e butadieno-acrilonitrila respectivamente quando começa a surgir a borracha sintética.
Em meados dessa década, algumas empresas dos EUA interesaram-se seriamente em desenvolver estes tipos de elastômeros sintéticos, e investiram em planos de pesquisa foi a obtenção de produtos com propriedades superiores á borracha natural. O resultado dessas pesquisas foi a obtenção de produtos que embora de produção limitada, despertaram grande interesse tecnológico. Tais produtos eram as borrachas nitrílicas (BRUNA-N) e as butpilicas (Copolímetros de isobutileno-isopreno).
Com a eclosão da 2ª Guerra Mundial, o governo americano criou a “RRC” (Rubber Reserv Co.), cujo objetivo principal era regular os estoques de borracha natural, considerados estratégicos e ao mesmo tempo, estabelecia um programa prioritário para a produção de “SBR”. (Estireno-Butadieno)
No ano seguinte, foi aprovada a construção de quatro unidades produtoras de SBRm com capacidade de 40 mil toneladas por ano, sendo em seguida alterado para 400 mil e posteriormente 750 mil toneladas por ano em conseqüência de entrada do Japão no conflito.
Para acelerar a fabricação de “SBR”, a “RRC” assinou convênio com empresas privadas, criando um intercâmbio de informações, relativas aos processos de obtenção do produto. Como conseqüência desses acordos, ficou decidido a fabricação de “SBR”, na propoção de 25% de estireno e 75% de butadieno.
No Brasil, em 1962, a “Petrobrás”, através do conjunto Petroquímico Vargas “FABOR”, ingressava no grupo dos países produtores de borracha sintética, produzindo SBR inicialmente com 40 mil t/ ano e em 1974 já atingia 125 t/ ano.
A unidade de fabricação situa-se no município de Duque de Caxias no Rio de Janeiro e pertenceà Petroflex Indústria e Comércio S.A., controlada pela Petroquisa Petrobrás Química S.A.