Inhasz Retentores


O Início de tudo

Historiadores contam que o homem inventou a roda e o eixo, e devido ao uso notou-se que o eixo de madeira desgastava-se muito rápido. Aperfeiçoando-se a invenção passou-se a lubrificar eixo com gordura animal e percebe-se que desliza com mais facilidade. Sempre desafiando conceitos, culturas, paradigmas e estruturas o homem evolui . Com o retentor o também se sucede o mesmo, nota-se que o lubrificante usado se perde facilmente então é adaptda uma tira de tecido impregnada de gordura que melhora um pouco a durabilidade do lubrificante.

A criatividade humana traz novas soluções, como reservatórios de lubrificantes, novos materiais como o feltro (tecido) e o couro são igualmente experimentados e utilizados. Em 1888, ao prestar atenção a seu filho montar um triciclo, John Boyd Dunlop observou a dificuldade em montar as rodas de madeira cheias de barro , e aí resolveu envolver as rodas em folhas de borracha finas, inflado-as com uma bomba de ar para um efeito amortecimento, desta forma foi criado o primeiro pneumático comercialmente viável. Dunlop patenteou a idéia, dando a sua companhia nome de Dunlop., dez anos mais tarde, a invenção de Dunlop tinha substituído quase inteiramente os rodas de madeira com ferro.

Esses mesmos veículos citados anteriormente já utilizavam retentores, vezes de feltro e já na sua grande maioria de couro, material que conseguia por algum tempo manter a lubrificação dos eixos. Com o advento das guerras mundiais, principalmente a segunda, os retentores de couro foram impregnados com borracha natural, o que conferiu um relativo aumento em sua vida útil.

As guerras embutem em si muita destruição e dor mas também traz evolução. No início da década de 30, os alemães foram pioneiros no campo da polimerização e desenvolveram borrachas conhecidas como BUNA-S e BUNA-N, copolímetros de estireno-butadieno e butadieno-acrilonitrila , respectivamente quando começa a surgir a borracha sintética.

Em meados dessa década, algumas empresas dos EUA interessaram-se seriamente em desenvolver estes tipos de elastômeros sintéticos, e investiram em planos de pesquisa para obtenção de produtos com propriedades superiores á borracha natural. O resultado dessas pesquisas foi a obtenção de produtos que embora de produção limitada, despertaram grande interesse tecnológico. Tais produtos eram as borrachas nitrílicas (BRUNA-N) e as butpilicas (Copolímetros de isobutileno-isopreno).

Com a eclosão da 2ª Guerra Mundial, o governo americano criou a “RRC” (Rubber Reserv Co.), cujo objetivo principal era regular os estoques de borracha natural, considerados estratégicos e ao mesmo tempo, estabelecia um programa prioritário para a produção de “SBR”. (Estireno-Butadieno)

No ano seguinte, foi aprovada a construção de quatro unidades produtoras de SBRm com capacidade de 40 mil toneladas por ano, sendo em seguida alterado para 400 mil e posteriormente 750 mil toneladas por ano em consequência de entrada do Japão no conflito.

Para acelerar a fabricação de “SBR”, a “RRC” assinou convênio com empresas privadas, criando um intercâmbio de informações, relativas aos processos de obtenção do produto. Como consequência desses acordos, ficou decidido a fabricação de “SBR”, na proporção de 25% de estireno e 75% de butadieno.

No Brasil, em 1962, a “Petrobrás”, através do conjunto Petroquímico Vargas “FABOR”, ingressava no grupo dos países produtores de borracha sintética, produzindo SBR inicialmente com 40 mil t/ ano e em 1974 já atingia 125 t/ ano.

A unidade de fabricação situa-se no município de Duque de Caxias no Rio de Janeiro e pertence Petroflex Indústria e Comércio S.A., controlada pela Petroquisa Petrobrás Química S.A.

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